Av. Ana Costa, 296, 3º Andar - Campo Grande - Santos/SP


Av. 9 de Abril, 2.950, Térreo - Vila Nova - Cubatão

Quem Somos


Sobre nós

A Saudimagem busca ética, respeito e aperfeiçoamento técnico como forma de melhor cuidar de seus pacientes.

Desde a nossa primeira unidade, em 1995, numa singela casinha à Rua Assembleia de Deus, nos preocupamos em proporcionar diagnósticos precisos e seguros para aqueles que em nossos profissionais buscam confiança para cuidar de sua saúde e de seus familiares.

A Saudimagem nasceu na ideologia de boa medicina para todos!

Neste caminho, uma outra unidade surgiu na cidade de Santos, e hoje com 22 anos de idade muitas gerações passaram por nós e isso nos enche de orgulho! Não raras são as vezes que temos vovós e vovôs se emocionando ao participar de um exame para conhecer seu netinho ainda na barriga da mamãe.

Esta é a nossa história, história de vida contada por pessoas!

Proporcionar precisão e segurança em diagnósticos aos médicos e pacientes.

Nossa Missão

Atender nossos pacientes com respeito, responsabilidade, cordialidade, simpatia e um gostoso sorriso. Investir em aperfeiçoamento de nossa equipe, corpo clínico, e equipamentos.

Nossa Visão

Ser referência nos diagnósticos de nossos exames contando com profissionais experientes, habilitados por entidades de classe respeitadas com títulos de especialização e qualificação.

Estrutura

A Saudimagem, há mais de 22 anos, oferece atendimento em Santos e Cubatão em diversos tipos de exames por imagem. Na busca do aperfeiçoamento, contamos com equipe médica especializada e com equipamentos modernos e atualizados. Nosso atendimento, humanizado e pontual, proporciona aos nossos pacientes uma permanência tranquila e segura. Nossa equipe de atendimento está em constante atualização com treinamentos semanais e orientação por profissionais capacitados. Tudo isto visando que seu atendimento seja rápido eficiente, respeitando e valorizando seu tempo. Em qualquer unidade que você estiver sempre haverá um café e um sorriso para você! Saudimagem, gostamos de cuidar de você!

Slow Medicine – a medicina sem pressa

A prática médica atual tem se caracterizado pela falta de tempo: consultas rápidas, profissionais apressados, frequentemente médicos desconhecidos frente a pacientes anônimos, são circunstâncias em decorrência das quais não se estabelece conexão entre o profissional e o paciente. Esta é a situação habitual em atendimentos de urgência. Tal estado de coisas tem gerado grande insatisfação dos pacientes , dos médicos e dos demais profissionais de saúde.

Os médicos sentem-se desconfortáveis e frustrados pela qualidade de seu trabalho, com a permanente sensação de que o controle de sua atividade lhes escapa. O paciente sente-se como um joguete nas mãos de uma imensa máquina que kafkianamente o consome, não resolve seu problema e eventualmente o agrava. O uso inapropriado da tecnologia, com os exames complementares e procedimentos de alta complexidade toma a frente na atenção médica, gerando a conhecida situação descrita no ditado: “a carroça na frente dos bois”. Na prática médica cotidiana observamos frequentemente esta situação. Trata-se de uma cultura enraizada nos nossos dias: o paciente troca breves palavras com o médico e lhe entrega um enorme fardo de exames. Ou, logo após o início da consulta, expressa a idéia de que gostaria de fazer alguns exames, quando não afirma que quer fazer “tudo aquilo que tem direito”, comentando em seguida o custo de seu plano de saúde.

A filosofia da Slow Medicine caminha na direção contrária: resgata o tempo como parte essencial da abordagem médica. O tempo para ouvir. A Slow Medicine começa pela escuta cuidadosa e respeitosa do paciente. Enfatiza o raciocínio clínico e o cuidado focado no paciente.

Após as disciplinas básicas, quando o contato com o paciente passa a fazer parte da formação do médico, o estudante aprende a colher uma história minuciosa, atendo-se tanto às queixas principais como à história da moléstia atual. Aprende a analisar cuidadosamente as informações que o paciente lhe proporciona, o interroga sobre o funcionamento dos diferentes sistemas e aparelhos, sobre seu histórico mórbido, pergunta quais os medicamentos de que ele costuma fazer uso, as intervenções cirúrgicas prévias a que foi submetido, as doenças de que já padeceu. Investiga seus hábitos de vida e seus antecedentes familiares. Posteriormente o examina, observando seus sinais vitais, e conduz um exame clínico completo, avaliando cuidadosamente os sinais que o corpo do paciente lhe expressa. A partir deste conjunto de informações constrói uma hipótese diagnóstica e, embora nem sempre seja necessário, quando necessário solicita os exames complementares que possam confirmar esta hipótese.

Finalmente faz um planejamento da terapia a ser proposta, que pode significar a prescrição parcimoniosa de medicamentos ou a ponderação cuidadosa sobre riscos e benefícios de intervenções diagnósticas e terapêuticas. Ou, então, pode optar por solicitar uma avaliação especializada na eventual necessidade de cuidados de maior complexidade de um médico ou de profissional de saúde em áreas específicas – nutrição, fisioterapia, psicologia…. Não raramente limita-se a propor a mudança de hábitos de vida em lugar de prescrever “pílulas mágicas” o que, muitas vezes, traz melhores resultados em longo prazo. Ou simplesmente assegura o paciente de que está tudo bem, e sugere que apenas se observe a evolução do quadro – adotando a “demora permitida”, colocando a observação clínica como importante estratégia diagnóstica e terapêutica.

E, importante, a situação não termina aí. O retorno do paciente, o seu acompanhamento, a avaliação dos resultados da terapêutica são também etapas fundamentais da boa prática médica.

Embora pareça romântico, este é o cuidado médico que aprendemos, e esta deveria ser a maneira pela qual a assistência à saúde deveria ser conduzida habitualmente, não importando qual a especialidade. A Slow Medicine vem resgatar esta maneira de atuar, buscando a essência da arte de cuidar, através do estabelecimento de um sólido relacionamento com os pacientes, e de uma vivência em comum envolvendo o doente, o profissional de saúde, a família e sua comunidade, relação esta que se prolonga ao longo do tempo, permitindo a criação de laços estreitos e duradouros entre todas estas pessoas, para que se conheçam e se familiarizem uns com os outros. Esta aliança terapêutica certamente traz resultados concretamente melhores para o paciente – objeto-fim de todo o cuidado médico.

A Slow Medicine não se coloca contra o uso da tecnologia. Ao contrário, procura utilizar-se dela de maneira racional e apropriada, levando em consideração as evidências científicas atuais. Procura oferecer o melhor para aquele paciente em particular, respeitando seus valores e sua individualidade. De maneira sóbria, procura adotar a moderação, agindo de maneira gradual naquilo que é essencial – a busca de cuidados de qualidade, reconhecendo que fazer mais nem sempre significa fazer melhor.

Fonte: http://slowmedicine.com.br/conceito/